• Inscreva seu email para receber notificações de novos posts.

  • Comentários

  • Arquivo mensal

  • fTalk – Bate-papo do Facebook no desktop

    fTalk é um pequeno programa para desktop (Windows e Mac) que permite usar o bate-papo do Facebook, assim como mandar mensagens sem ter que entrar no site. Além de atalhos para perfil, fotos e outros.

    Muito parecido com o MSN, facilita iniciar chamadas de áudio e vídeo, e avisa os contados que acabaram de se conectar.
    Também permite atualizar o próprio status no Facebook de maneira rápida.

    O programa está disponível todo em português e é grátis.

    50/50 (2011)

    Sabe como é um filme normal?

    Aqueles sem uma história tão elaborada, sem efeitos especiais, sem muitos atores conhecidos, e que com certeza não vai disputar nenhuma premiação, nem de melhor nem de pior. E que no final você diz: “é legal; normal”.

    Tem muitos filmes assim, de todo gênero, e a gente vê vários deles. A maioria são razoáveis, nos entretém por duas horas, mas depois nem nos lembramos de comentar com alguém que vimos tal filme.

    E tem aqueles acima do normal.

    50/50 é assim. Filme sem muita pretensão, mas ótimo. Gosto muito dos dois atores principais, e o tema do filme é bem trabalhado, real, e pouco visto na ficção em geral: câncer terminal.

    Apesar que, como gosto de fazer, comecei a ver o filme sem saber do que se tratava. Nada mesmo, no máximo o nome. Alias recomendo a todos a verem filmes desta maneira.

    E é por isso também que não comento muito sobre o enredo nas resenhas. Só quando não quero que assistam.

    Aqui não é o caso: assista 50/50, uma ótima comédia dramática, além de ser de fato um dos melhores filmes de 2011.

    O Homem do Castelo Alto, de Philip K .Dick

    Blade Runner (~: O Caçador de Andróides), Total Recall (O Vingador do Futuro), Minority Report (~: A Nova Lei), Paycheck (O Pagamento) e o mais recente The Adjustment Bureau (Agentes do Destino). O que estes filmes, alguns dos quais estão entre meus favoritos, com incríveis histórias têm em comum? Todos foram inspirados em livros ou contos de Philip K. Dick.

    Por isso considerei como por obrigação ler um de seus livros. O escolhido foi O Homem do Castelo Alto (The Man in the High Castle, 1961), vencedor do prêmio Hugo de melhor romance, escrito em plena Guerra Fria, se passando numa realidade paralela onde Alemanha e Japão venceram a Segunda Guerra Mundial.

    É um bom texto de contra-capa, mas não é exatamente sobre isso o livro. É sobre a vida de vários personagens e sua relação com este meio, onde os EUA (e o mundo) foram divididos entre os vencedores da Guerra. É sobre a esperança de passado, presente e futuro que não existem.

    Com os detalhes da Guerra e a atual situação no planeta apenas como plano de fundo, e focando na vida de pessoas simples, o livro não tem muita ação, e pode parecer meio tedioso. Porém é tão bem escrito (e traduzido), e o texto flui bem, que não se torna tedioso lê-lo. Sendo um livro pequeno (300 páginas), o li em alguns dias (acredite, foi bem rápido se tratando de minha desconcentrada pessoa…).

    Um livro que apesar dos pesares, gostei bastante, e que quando tentei voltar a ler Quando Nietzsche Chorou (de Irvin D. Yalom) não consegui. A pedantice, a repetição e a embromação do texto não me permitiram.

    Philip K. Dick, Anton Tchékhov e Gabriel García Márquez me deixaram mal acostumado. Conseguem deixar as mais simples coisas da vida prazerosas de se ler. Pra mim isto é Literatura.

    Produtos criativos (10 imagens)










    A simples tarefa de instalar um Mac OS X num PC

    Não é sarcasmo. É fácil mesmo.

    Basta baixar esta imagem modificada da instalação do Mac, que está nesta página, e usa-lá, gravando num DVD ou emulando-a para instalar num sistema virtual, como o VirtualBox, como explica este tutorial.

    Obviamente o sistema operacional não funcionará perfeitamente. Em tese, um computador com processador Intel e placa de vídeo ATI teria melhor resultado.

    A verdade é que todo “esforço” não vale a pena, a não ser que você realmente precise do sistema.

     

    Links

    www.osx86project.org

    O Corte


    As circustâncias do fato não são relevantes…

    Battlefield 3 vs. Modern Warfare 3

    Do meio do ano pra cá, se falou muito da disputa entre estes dois jogos, com trailers e previews. Agora, lançado os dois jogos, eu não vou atrás de comentários, já não ligava antes…

    Joguei os dois jogos e resolvi tentar fazer um comparativo imparcial. Difícil por dois motivos: nunca tinha jogado BF antes, na verdade uma vez, multiplayer, antigo, que me deixou com uma má impressão; e porque joguei todos os COD (menos o 3, pra consoles).

    Mesmo assim, BF3 me surpreendeu. O engine Frostbite 2 é deveras foda (Need for Speed The Run promete).

    As notas, de 0 a 10, todas são comparativas entre os dois jogos, não podem ser consideras separadamente. E só levam em conta a campanha single player.

    É de se levar em conta também que o BF3 single player é mais curto que o MW3.

     

      Battlefield 3
    Battlefield 3
    Modern Warfare 3
    Modern Warfare 3
    Jogabilidade 10 10
    Apesar de ter trocado certas teclas de comando no Battlefield, pra ficar igual ao MW2, e tido de ajustar a sensibilidade do mouse (mouse ruim), os dois jogos são ótimos neste quesito. 80% de headshots.
    Gráficos 10 8
    Aqui foi levado mais em conta a qualidade do gráfico em baixo hardware (confunde-se com desempenho). Tenho um Phenom X3 2.1 e HD 4850. E BF3 é… lindo… Gráficos lisos, realistas, sem ter que modificar tanto a configuração pra chegar neste ponto. MW3 foi preciso, e mesmo no “ultra” ficou inferior ao BF.
    História 8 7
    Este é um fator de comparação injusta. Porque MW3 continua uma história louca de guerra mundial, e BF3 inicia, talvez, uma com inúmeros elementos já usados na série Call of Duty. O frescor e o realismo da história no BF deixa-o um pouco a frente.
    Desempenho 10 9
    Este fator é irrelevante. Porque os dois jogos tem ótimos desempenhos. Mas o BF3 pareceu-me mais leve, e eu nunca, nunca, NUNCA, vi um jogo ser tão rápido pra fazer Alt+Tab. Porra, ganha dos feitos até pela Microsoft. Incrível.
    Envolvimento 10 8
    Em 5 minutos (ou menos) jogando BF3 me senti um soldado. Coloquei a mão no peito e jurei a bandeira estadunidense. O caralho é foda! A reabilidade (abaixo) ajuda! O envolvimento no MW3 também é ótimo (não se deixe levar pela nota baixa),
    Movimentação/Mapas 9 8

    Sabe quando você erra o caminho e não da conta de voltar? Sabe quando você não consegue ir pra frente, esbarrando em algo que você demora a descobrir o que é? Pois este é o fator “movimentação no mapa”. A culpa não é 100% sua. O mapa não ajuda as vezes.

    E sabe quando você olha um lugar no jogo e pensa CARALHO.O. Pois é… este é o fator “mapa”. Inclui também o tamanho , formas de como te indicam o caminho e liberdade de explorar.

    Explicado, vamos aos comentários… eu empaquei mais no MW3 que no BF3. Pronto. Só isso.

    Dificuldade 10 7
    Infelizmente me parece que MW3 ficou mais “pop”. O jogo no nível 2 ficou bem fácil (joguei o MW2 no nível 2 e era bem mais dificil). Já o BF3 joguei no fácil (pois é u.u) e é foi mais difícil que o MW3 no médio. Também uma questão de realismo.
    Save Points 7 8
    Sabe quando você morre e pensa: Caraaaaalho, volto tudo isso? Pois é… Os dois jogos não são lá essas coisas neste ponto. Talvez por um motivo. O que sei é que, dependendo onde você morre, é de chorar…
    Envolvimento nas cinemáticas 9 6
    Basicamente isto são aqueles comandos, ou sequencia de comandos, que se tem que apertar em certos momentos de uma cinemática (quando o jogo entra em auto-pilot, sabe?). O BF3 tem isso em praticamente todas as cinemáticas, o MW3 faz quase tudo sozinho. A nota mais alta aqui não é bom. Porque isso as vezes enche o saco, na minha opinião. Mas acontecer tudo sozinho também é chato.
    Reabilidade 9 6

    Reabilidade não é simplesmente realismo. É o quão seria possível fazer na vida real certas coisas que você faz no jogo. E não me refiro a história em geral, mas ações pequenas. Como numa infiltração. E se o MW3 em muitas cenas que fariam seu pai falar “ah tá bom que dá pra fazer isso aí de verdade”.

    Fator irrelevante pra certos players.

    Fodabilidade 9 10
    É aquelas partes no jogo que te deixam de boca aberta. Na maior parte das vezes são cinemáticas. Nos jogos mais fodões (como estes 2) também no gameplay normal. Os dois tem alta taxa de fodabilidade, mas o MW3 estar continuando uma história de dois jogos ajudou MUITO nisto. Recomendo até, se puder, jogar o COD4:MW e o MW2 antes, assim como fiz

     

    Então qual o melhor jogo? Battlefield 3? Não. Call of Duty? Não também.

    Isso só os jogadores do multiplayer (que joguem sem preconceitos os dois jogos) vão poder dizer.

    O que eu digo é que os dois valem muitíssimo a pena.

     

    PS.: No quesito “fodabilidade da capa” acho que a do COD ficou melhor. Mas não sou fã de homens musculosos vindo em minha direção em geral…

    PS.2: Eu realmente achei que esse post ia ser pequeno o.O

    Horóscopo Nerd e o Zodíaco Geek (traduzido)

    Zodíaco Geek
    Para ampliar, clique na imagem. Para mais informações, clique aqui


    Para ampliar e mais informações, clique aqui.

    Doenças diagnosticadas em usuários de messenger

    Messenger Mal da Mensagem Fantasma

    Baseia-se no longo aviso de “Fulano está digitando uma mensagem”, que na verdade nunca é enviada.

     

    Nickompulsividade
    Consiste em mudar o nick a cada nova notícia (relativamente) bombástica e interessante imediatamente quando se sabe dela, tais como: “Te amo Ricardo”, “Gente, pintei meu cabelo de rosa”, “Eu S2 Bruno”, “Haueuahueah, só você mesmo Rê”, etc, certas vezes todas no mesmo dia.

     

    Despedida Cíclica

    Despedida infinita que por vezes se prolonga mais que a própria conversa. Inicia-se de modo imperceptível e quando é se dado conta já se entrou num ciclo vicioso e aparentemente infindável de: “Tchau” “Tchau” “Boa noite” “Boa noite” “Até mais” “Até mais” “Beijo” “Beijo” “Durma bem” “Você também” “Tchau” “Tchau” “Boa noite” “Escuta.. eu lembrei de uma coisa agora…”.

     

    Saudação Cíclica

    Um pouco mais rara que a Despedida Cíclica, a Saudação Cíclica consiste em uma saudação na qual se repetem os termos iniciais da conversa de maneira.

     

    Complexo de Dory

    Caracteriza-se pela perda de memória a cada nova conversa, fazendo com que o afetado conheça a mesma nova pessoa várias vezes.

     

    Mal do Deslize

    Dedos gordos ou teclas pequenas, não se sabe ao certo; o fato é que os portadores desse mal sempre apertam algumas letras a mais ou as próximas das que realmente queriam.

     

    Complexo de Patrick

    Erros ortográficos casuais são plenamente aceitáveis, mas os portadores do Complexo de Patrick abusam e trucidam o português e outros idiomas mais, muitas vezes cometendo tais erros propositalmente.

     

    Vicious de Socialite Virtualius

    Mais comumente diagnosticado em mulheres, este vício consiste na insistente e exaustiva tentativa de elevar-se nos rankings de acessos de fotologs, pedindo visitas e comentários. O típico alpinista social, ou melhor, virtual.

    Atualização: doença quase erradicada, porém alguns ainda há possuem, como concorrentes à capa de comunidade.

     

    Complexo da falta de assunto

    Em resumo, o CFA consiste em não ter o que falar.

     

    Vício do 5 contra 1

    O usuário sente a impulsiva vontade de pedir fotos nuas de seus contatos virtuais, mais comumente do sexo oposto, mas há exceções. Se estende a pedidos de ligar a webcam, para cenas explicitas.

     

    Perfilia

    Consiste na demasiada ânsia em pedir o perfil dos contados em redes sociais, quais como Orkut, Facebook, Twitter, e assim por diante.

     

    Compulsão de xD

    Também conhecido como Emotivação Excessiva. Denota o uso compulsivo de emoticons numa conversa, tentando deixar implícitas reações e palavras, que na verdade deixa a conversa incompreensível.

     

    Transtorno de Capitulação

    Por motivos ainda desconhecidos, o afetado sente estranha necessidade de deixar seu texto ilegível, variando entre letras maiúsculas e minúsculas frases inteiras.

     

    Dislexia virtual

    Raro e grave distúrbio que consiste na troca de palavras (parecidas, sinônima, ou de ligação completamente desconhecidas) por rádio, quero dizer, por outras.

     

    Síndrome de Madre Teresa

    Ou amor descomunal. O usuário apresenta paixão repentina e inexplicável por todos seus contatos virtuais, tratando todos como o amor de sua vida.

     

    Laconismo

    Consiste em usar menor número de palavras possível, principalmente ao responder as perguntas, e não dar qualquer continuidade sobre o assunto.

     

    Chatofolico
    Indivíduo chato o bastante para achar que a chatisse está em todas as outras pessoas do mundo, menos nele mesmo. Só tem bom relacionamento com seres da mesma espécie.

     

    Hipopocentrismo

    O sujeito com essa doença é grande o bastante para achar que o universo gira dele. Gosta de aparecer, de “causar”, sempre tentando ser o centro das atenções. Dificilmente se deixa convencer da verdade.

     

    Empolgação aguda

    Aquele que sofre desde mal subitamente despeja sem parar mais e mais falas, confidências, lista do supermercado, e qualquer outra coisa de sua vida, que na maioria das vezes é muito desinteressante, mas ele insiste em quer compartilha-la, sem tempo de interrupção.

     

    Teleyoutubbismo

    Fanáticos por vídeos toscos que não hesitam em disseminar seu fanatismo mandando de hora em hora links para vídeos de tal calibre. Sejam eles “engraçados”, ou de bandas que nunca se ouviu falar (e você dava graças a Deus por isso).

     

    Mal de ON/OFF
    Por uma mistura de Nickompulsividade e Complexo da falta de assunto faz seu anúncio de “acabou de entrar” aparecer diversas vezes na tela, para chamar atenção de seus contatos. Por esse fator, pode-se diagnosticar resquícios de Chatofolico ou Hipopocentrismo.

     

    Miguxite

    Doença crônica bem conhecida e disseminada, em que os afetados usam um rico vocabulário, que podemos nomear de luso-americanizado-arcaico-retrocesso, de termos conhecidos (mas inintendíveis), quais como: “eo i vx”, “nóix”, “vamu xair”, “queru xorar, to tlixti”, “quando ki nóix vamo comprar noxas coisas?”. Sempre acompanhados de emoticons tristes!

     

    Idealização e textos

    Fagner JB.

    Colaboração

    Danilo Ravani, Ana Bittencourt e Vinicius Bruno

     

    Originalmente escrito em 2009

    O computador me deixou burro muito burro demais

    O computador me deixou burro muito burro demais
    Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais
    O sorvete me deixou gripado pelo resto da vida
    E agora toda noite quando deito é boa noite querida

     

    Google, fala pra mãe!
    Que eu nunca li num livro
    Que um trojan fosse um vírus sem cura
    Vê se me entende pelo menos uma vez criatura!
    Google, fala pra mãe!

     

    A mãe diz pra eu fazer alguma coisa mas eu não faço nada
    A luz do sol me incomoda então deixa a cortina fechada

    É que o computador me deixou burro muito burro demais
    E agora eu vivo dentro dessa jaula junto dos animais

     

    Google, fala pra mãe!

    Que todo status que atualizar meu coração cutuca

    Vê se me entende pelo menos uma vez criatura!
    Google, fala pra mãe!

     

    (baseado na letra “Televisão” de Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Tony Belloto, de 1985)